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domingo, 23 de setembro de 2012
Académica 2-2 Benfica: Arbitragem vergonhosa!
Não vou andar aqui com rodeios e vou direto ao assunto: em Coimbra, assistiram-se a escandalosos roubos de igreja. Concordo que aos 15 minutos podíamos estar a ganhar 3-0, que Cardozo esteve desastrado e tudo mais, mas não pudemos fugir ao facto de que, no primeiro penálti, Maxi derruba Makelele fora da grande área e, no segundo penálti, Garay faz um corte "limpinho". Não se pode fugir aos factos... Só espero que Jorge Jesus e Luís Filipe Vieira não fiquem calados. No entanto, não nos podemos esquecer que o nosso presidente se pôs a jeito e que está agora a colher os frutos da sua (terrível) decisão de apoiar Fernando Gomes, antigo ex-dirigente do FC Porto que fingiu uma zanga com PC para poder chegar ao poder do futebol português e dar este género de achegas aos seus "amiguinhos".
Quanto ao jogo propriamente dito, a verdade é que podíamos ter goleado a Académica. Dominámos por completo o jogo, pressionámos bem, rematámos muito (e de forma desastrada) e, resumidamente, realizámos um belo jogo. A turma de Pedro Emanuel fechou-se muito lá trás e defendeu de forma assertiva, não conseguindo causar perigo algum à baliza de Artur.
Cardozo falhou, pelo menos, um golo de forma escandalosa. Rodrigo também podia ter feito mais aos 5 minutos. Na primeira parte, Salim Cissé, na conversão da duvidosa grande penalidade, abriu o marcador. No início da etapa complementar, o recém-entrada Nolito rematou contra a mão de Galo, impedindo o mais que provável golo do espanhol, e Carlos Xistra apontou para a marca de grande penalidade, expulsando ainda o defesa brasileiro. Cardozo fez o empate, todavia, pouco tempo depois, Wilson Eduardo fez o 2-1 da forma já conhecida. A quatro minutos do fim, Lima rematou bem à meia-volta e salvou-nos da derrota. Até fim, o resultado não se alterou e deixamos o Porto descolar na liderança, porém as razões desse acontecimento ultrapassam-nos.
PS: Gostei muito das declarações de Garay e Jorge Jesus, não permitindo questões e focalizando-se no ponto essencial - fomos roubados e ponto! Parece que este ano Pinto da Costa começou a trabalhar mais cedo...
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Académica,
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Benfica 3-0 Nacional: Segunda parte de gala
Na Luz, assistiu-se a um jogo com duas partes totalmente distintas que culminou numa vitória justa para os da casa.
Sem Javi García, Jorge Jesus lançou Carlos Martins e recuou Witsel, sem o devido proveito. A equipa perdeu estabilidade e isso trouxe-nos dissabores. Digamos que a primeira parte foi muito sofrida e os madeirenses até podiam ter marcado, todavia Artur não permitiu a festa de Mario Rondón. O jogo prosseguia lento, com o Nacional na expectativa e apenas com lances de mestria dos nossos jogadores conseguíamos causar perigo. Enzo Pérez, depois duma incursão pelo centro, deu em Carlos Martins que ajeitou para Salvio rematar com estrondo ao poste. Insistimos no jogo direto, que nunca deu resultado, pois Carlos Martins não apareceu, já que é certo e sabido que o português tem que jogar com alguém ao lado dele para render. À parte disso, muito pouco numa primeira parte que ficou muito a desejar para um candidato ao título.
Ainda no final do primeiro tempo, Carlos Martins, que vai falhar a seleção, lesionou-se e deu o seu lugar a Nemanja Matic. Com o sérvio a funcionar como Javi na segunda parte, subimos de rendimento e ganhámos estabilidade defensiva. Witsel subiu e Rodrigo recuou mais, jogando atrás de Cardozo e não a seu lado. Como devíamos ter começado, foi como ganhámos. Maxi deu no 'Tacuara' que, de cabeça, abriu o marcador. Depois, aconteceu algo mágico: Salvio, rodeado por três adversários, conseguiu livrar-se de todos eles com um drible simplesmente fantástico e cruzou para o terceiro golo de Rodrigo nesta liga. Ainda houve tempo, para Aimar entrar e espalhar magia. Pouco tempo em campo e "El Mago" já assistia Cardozo para o último golo do encontro. Etapa complementar de gala protagonizada pelos encarnados.
O principal destaque individual tem que ir para Salvio. 'El Toto' voltou a demonstrar que vale cada cêntimo investido na sua contratação, partindo todo o corredor direito. Rápido, possante e com técnica, vai ser certamente um dos destaques deste campeonato. Matic mostrou que tem potencial para substituir Javi, se bem que não poderá jogar sozinho no meio-campo como o espanhol por vezes fazia, dado que não possui o mesmo conhecimento tático. Já Cardozo, continua, como é já seu hábito, a faturar. Aimar (que ainda não está a 100%) espalhou magia, Melgarejo esteve bem defensivamente e ofensivamente e Rodrigo voltou a marcar. E é sempre bom já ter 10 golos marcados em apenas 3 jogos!
Sem Javi García, Jorge Jesus lançou Carlos Martins e recuou Witsel, sem o devido proveito. A equipa perdeu estabilidade e isso trouxe-nos dissabores. Digamos que a primeira parte foi muito sofrida e os madeirenses até podiam ter marcado, todavia Artur não permitiu a festa de Mario Rondón. O jogo prosseguia lento, com o Nacional na expectativa e apenas com lances de mestria dos nossos jogadores conseguíamos causar perigo. Enzo Pérez, depois duma incursão pelo centro, deu em Carlos Martins que ajeitou para Salvio rematar com estrondo ao poste. Insistimos no jogo direto, que nunca deu resultado, pois Carlos Martins não apareceu, já que é certo e sabido que o português tem que jogar com alguém ao lado dele para render. À parte disso, muito pouco numa primeira parte que ficou muito a desejar para um candidato ao título.
Ainda no final do primeiro tempo, Carlos Martins, que vai falhar a seleção, lesionou-se e deu o seu lugar a Nemanja Matic. Com o sérvio a funcionar como Javi na segunda parte, subimos de rendimento e ganhámos estabilidade defensiva. Witsel subiu e Rodrigo recuou mais, jogando atrás de Cardozo e não a seu lado. Como devíamos ter começado, foi como ganhámos. Maxi deu no 'Tacuara' que, de cabeça, abriu o marcador. Depois, aconteceu algo mágico: Salvio, rodeado por três adversários, conseguiu livrar-se de todos eles com um drible simplesmente fantástico e cruzou para o terceiro golo de Rodrigo nesta liga. Ainda houve tempo, para Aimar entrar e espalhar magia. Pouco tempo em campo e "El Mago" já assistia Cardozo para o último golo do encontro. Etapa complementar de gala protagonizada pelos encarnados.
O principal destaque individual tem que ir para Salvio. 'El Toto' voltou a demonstrar que vale cada cêntimo investido na sua contratação, partindo todo o corredor direito. Rápido, possante e com técnica, vai ser certamente um dos destaques deste campeonato. Matic mostrou que tem potencial para substituir Javi, se bem que não poderá jogar sozinho no meio-campo como o espanhol por vezes fazia, dado que não possui o mesmo conhecimento tático. Já Cardozo, continua, como é já seu hábito, a faturar. Aimar (que ainda não está a 100%) espalhou magia, Melgarejo esteve bem defensivamente e ofensivamente e Rodrigo voltou a marcar. E é sempre bom já ter 10 golos marcados em apenas 3 jogos!
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